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 Trabalhos apresentados no concurso "UMA HISTÓRIA VERDADEIRA QUE TIVE CON UMA PLANTA"

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MensagemAssunto: Trabalhos apresentados no concurso "UMA HISTÓRIA VERDADEIRA QUE TIVE CON UMA PLANTA"   Qua Nov 02, 2011 10:57 am

A partir do próximo dia 7 de Novembro podem começar a colocar aqui os vossos trabalhos
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MensagemAssunto: Re: Trabalhos apresentados no concurso "UMA HISTÓRIA VERDADEIRA QUE TIVE CON UMA PLANTA"   Dom Nov 06, 2011 9:31 pm

A partir de agora já podem colocar aqui os vossos trabalhos. Boa sorte para todos.
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tripeira

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MensagemAssunto: Re: Trabalhos apresentados no concurso "UMA HISTÓRIA VERDADEIRA QUE TIVE CON UMA PLANTA"   Qua Nov 09, 2011 7:43 pm


Trabalho nº 1


Já lá vão uns anos largos, era eu ainda pequena, e vivia com meus pais e minha avó.
Um dia ofereceram à minha avó, pelo seu aniversário, uma bela planta. Só mais tarde soube que era uma Spatiphilum (desculpem se não estou a escrever correctamente o seu nome). A minha avó adorava a planta. Então quando dava aquela flor branca apontada ao céu!... Também só mais tarde soube que aquilo não é uma flor, mas sim uma bráctea mas, enfim, para nós foi sempre uma flor.
Que cuidado tínhamos com ela! Conservar a terra ligeiramente húmida, nada de correntes de ar, cuidado com o sol em demasia, etc,etc,etc.
E o tempo foi correndo... E os anos foram passando...
E como tudo acaba na vida, um dia a minha avó faleceu. A planta permaneceu no quarto dela, sempre a ser tratada com o mesmo (ou talvez mais) carinho anterior. Afinal era a planta preferida da minha avó e, como tal, tínhamos a obrigação moral de a conservar.
Mas a planta começou a definhar a pouco e pouco. Logo após a morte de minha avó, ela começou a perder a sua magnífica cor verde, passando a amarelado...depois começaram a aparecer umas manchas castanhas nas folhas... e por fim começou a perder a vontade viver...
Podem dizer-me que aconteceu, porque tinha de acontecer, podem dizer-me que uma planta tem um tempo de duração, podem dizer-me tudo e mais alguma coisa. Mas, para mim, a planta sentiu a falta de minha avó. Sentiu a falta de suas meigas palavras, sentiu a falta do amor e do carinho que a minha avó colocava na ternura das palavras que lhe dirigia todos os dias.
E, resolveu abandonar a vida e ir juntar-se à minha avó. E foi mesmo, pois colocamo-la sobre a sepultura dela. As duas viveram juntas, e assim permaneceram juntas...

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victor batista



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MensagemAssunto: Concurso "Uma história verdadeira que tive com uma planta   Dom Dez 04, 2011 10:47 am


Trabalho nº 2


Flores e Plantas da Minha Vida!


Acordo todos os dias à mesma hora.
Confirmo pelo relógio da mesinha de cabeceira, que mantém a sua sempre insensível e inelutável caminhada. Não lhe ensinaram mais nada, coitado.
Pode o dia estar claro, ficar reluzente e cheio de sol. Quer esteja escuro, cinzentão, feio a valer. Pode até nem estar uma coisa nem a outra. E claro está, quando chega a tal hora e ainda que a isso não seja sensível, acontece o inevitável, acordo.
Tudo depende do Rei, do astro Rei, que comanda a seu gosto toda a situação do dia mais ou menos claro ou escuro. Que bela vida!
As vidas não se discutem!
Pois não! mas ontem a regra foi quebrada, dobrada, infringida. É isso mesmo, a excepção. Quem mais podia ser? Sei lá!
Antes da tal mesma hora, tive uma visita de sonho, boa por inesperada, mas sofrida porque logo ali acabada. O desvio à regra fez-me acordar. Azar, que grande o meu azar!
Não tanto porque aconteceu, mas porque estava a devanear. Isso, a fantasiar!
Estava a sonhar e recordei lugares. Nalguns desses lugares encontrei muita coisa. Entidades, gente, muita gente, instituições, a coisa pública, tudo ou quase. Plantas, sim, plantas e até flores, muitas flores! Tantas flores. De que cores? Não sei, sonhava!
Não faltava ninguém. Nem mesmo a minha musa, o meu estro, que me afasta da solidão e me dá a razão para mostrar páginas do meu passado. Também lá estava, junto das flores!
Senti alegria, tristeza, uma mistura de recordações, razões e sentimentos, guardados pelo tempo no baú da minha existência.
Olhava para elas ali sentadas na plateia, escondidas na penumbra da sala escurecida, pois o foco era eu. Sonhava e não consigo esquecer, que estava a ler, a recitar, talvez mesmo a declamar o meu poema, o poema delas. O foco eram elas, as flores. As plantas em flor!
Os focos cruzaram-se, tocaram-se. Iluminaram ao momento as batidas do meu coração, que valsava ao sabor do balanço das palavras escritas, que elas, com toda a atenção, escutavam. Digo eu!
Estava prestes de acabar, quando de cada lugar todos se levantaram. Aplaudido a valer, quiseram agradecer a minha prestação e também clamar, solicitar, pedir para reiniciar o meu poema. O poema delas, não meu. A plateia venceu. Também ganhei. O poeta sou eu!
Estava pronto para começar e de pronto não, porque acabava de acordar e de espantar o sonho meu. Tão rápido, tão veloz. Tudo se esfumou. Até mesmo eu!
Ainda tentei. Tentei de novo sonhar para retomar a minha recitação.
Não consegui, porque tinha contra mim a tal regra violada. Mais uma vez a excepção, com ou sem razão, saíu convencida e presumida de não ter oposição. Talvez tenha razão! Mas e as plantas, não têm?
E cá estou acordado, com desejo de gritar a raiva contida pelos sentimentos perdidos, que agora fazem pulsar e não valsar o meu coração.
Meus pensamentos divagam por muitos lados, por todos os lugares, tentando encontrar, relembrar delas o poema. Das plantas, as flores do meu poema!
Lentamente estou correndo para um beco com saída, suportando a fraqueza da vida que não consigo largar. Maldita excepção! Que fizeste às minhas plantas?
Mas ainda assim vou lembrar, estando onde calhar, que lhes dediquei um poema.
Não sei dele é verdade, já não é novidade, que mais posso fazer. Sempre mais e mais, porque sendo um trovador, um vate do amor, não posso por aqui ficar. Tenho que as procurar, as plantas e as flores!
O tempo não vai parar para me deixar a sonhar por outra recitação. Não tem tempo!
Eu também não. Ninguém tem!
Pois não, porque está a chegar e não vem para ficar o que nunca mais podemos ter dum alegre aniversário, por acaso também um bom cenário, para a festa valer. Saudemos então com verdade, com muita amizade as nossas queridas plantas. Sim, as nossas queridas flores!
Festejar as dificuldades, que juntos, todos juntos soubemos vencer para podermos agora dizer, todos. Ou antes, quase todos. Há por aí boa gente, mais do que se possa pensar, que não gosta de ouvir de plantas e flores falar. E já se vão mostrando, cuidado!
Depois de tanto abanão, pisadelas, empurrão, as plantas não vai deixar. E as flores também não!
Nós também não!
Que vivam as minhas plantas, as nossas flores!
Todas sem distinção, pois todas elas são, flores e plantas da minha vida!
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oriana
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MensagemAssunto: Tinha de acontecer...   Seg Dez 19, 2011 7:05 pm


Trabalho nº 3


Eu bem dizia à minha amiga que não queria ir com ela! Mas, ela insistiu, insistiu...e eu acabei por ir. Mas fui a medo, pois sabia que podia apanhar a "doença". E nestas coisas, pelo sim pelo não, levo sempre a carteira com uns trocos, para o que der e vier...
Eu já conhecia o "sítio". A minha prima tinha lá estudado música há vários anos atrás. Aquele velho palácio, havia sido o Conservatório de Música do Porto, e agora acolhia no interior e nos jardins mais uma exposição. E que exposição! Uma exposição das minhas flores prediletas: ORQUÍDEAS!
Estacionado o carro, ainda tentei uma "fuga", com o pretexto de irmos primeiro lanchar, e então depois iríamos à exposição. Havia muito tempo, blá, blá, blá... Mas a minha amiga não foi na história. Não senhor, íamos já, dávamos uma vista de olhos, só para ver, e depois então vinha o lanche.
Para quê usar de artimanhas com a minha amiga? Ela conhece-me bem, descobre os meus pensamentos, e "trama-me" sempre.
Entramos o portão principal. Cá fora alguns expositores com aquelas "coisas" tão lindas à venda. Para quê ver mais? Comprava uma ou duas orquídeas e "fugia" apressadamente do local, antes que a carteira ficasse despida. Mas, lá volta a minha amiga. Que não senhor, que tínhamos de correr tudo, que viéramos para ver toda a exposição e não só dois ou três expositores...
Lá continuamos a visita. Meu Deus, tanta "coisa" bonita. Ninguém calcula a vontade que tinha de comprar tudo, encher um camião e levar tudo para casa! E espaço para tudo isso? Pois claro, que não tinha espaço em casa para levar tudo. E a visita continuou...
Mas que é isto??!! Micro orquídeas dependuradas na parede, presas em pedaços de cortiça... Agora não posso passar à frente. Tenho de comprar. Quanto custa esta? E aquela ali mais à frente? E a outra com uma florzinha pequenina, mas tão bonita? Abro a carteira e começo a contar as notas... Bom, deve chegar para comprar duas, porque são um pouco "carotas"! A minha amiga também se entusiasmou e lá comprou uma. Quero sair, quero regressar a casa, mas os pés estão colados ao chão!... Os olhos não "despregam" das "micro". Ah! se eu tivesse mais uns "eurozitos" comprava, lá isso comprava mais duas ou três. Vem em socorro a minha amiga: "Não há problema, eu tenho aqui dinheiro, podes comprar, amanhã pagas-me!"
Ó não, por favor não me metas mais "macaquinhos" na cabeça. Diz-me que não tens dinheiro, que gastaste todo a meter gasolina, por favor, por favor...
Mas não, ela já tinha metido a mão à carteira e exibia o seu troféu: duas notas de cinquenta euros. Que podia eu fazer, se não aceitar?

Voltei para casa com o coração a rebentar de alegria, mas...com a carteira vazia. Vazia mesmo, podem acreditar...
Hoje exibo com vaidade aquelas beldades a quem me visita. São quatro micro-orquídeas, com nomes muito difíceis de pronunciar, mas eu não me importo, pois no dia seguinte batizei-as: são a Néné, a Nani, a Nónó, e a Nina.
E afinal para que serve o dinheiro? Será que de vez em quando não podemos satisfazer um capricho??!!
São as minhas quatro meninas pequeninas, que precisam do meu carinho de todos os dias...
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victor batista



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MensagemAssunto: Concurso "Uma história verdadeira que tive com uma planta   Qua Dez 21, 2011 3:06 pm


Trabalho nº 4



Minha Tulipa, Minha Flor


Naquele dia, quando chegou o fim do dia, sentei-me. Mas que dia!
Um calor danado, o sol tapado, o tempo abafado. Lá em cima as nuvens, provocadoras.
Mas que dia aquele. Dia de outros dias, de muitos dias que a seguir virão. É do tempo.
Mas qual tempo, qual carapuça!
O meu tempo é outro tempo. É tempo para abraçar, beijar, para amar a tempo, com tempo. Digo bem, com tempo!
E sem deixar escravizar os precalços que aparecem nas esquinas da vida.
Novo tempo, outro dia. A esperança a renovar, a mudar e o tempo a passar. Também ela!
Também eu!
No seu vestir de menina, delicada tão feminina, mas ao mesmo tempo tão forte.
Um modelo, um contraste, uma perfeição que apenas a natureza feminina nos mostra.
Na leveza de cada passo a firmeza própria do lugar, dona de si mesma e senhora no mando do seu domínio.
Mais algum tempo. Outra vez o tempo? Não muito tempo, só algum.
Era o que sempre dizia, quando eu lá passava e me deixava de olhos a brilhar. Eu sabia
que tinha que mudar, que escolher, ou deitar tudo a perder. Palavras que ficavam só no
meu pensar. Apenas palavras, não ditas, que eu sabia que ela não sabia.
Que luta, grande luta, tanta luta. Foi mesmo preciso lutar.
Alguém queria ajudar. Ajudar? Eu é que tenho que falar, para não me afogar na sede do amor, nem sufocar perante a minha solidão. Escrevi, li, apaguei, por não gostar. É do poema
arranjado. E mais um dia passado, mais um dia calado.
A noite a chegar e eu a lamentar a oportunidade perdida. Não dormi, chorei, não tive
sossego, gritei, desabafei em mim toda a minha raiva. Decidi!
Outro dia aí estava e já desesperava, por não chegar a hora. Afinal lá vinha ela, lá estava ela, firme, segura no seu estar, no seu estar de menina. Já escuto os seus sinais. Atravessei a rua, pernas a tremelicar como se no baile fosse pedir à dama para dançar. Parei, sorri!
Ela sorriu!
Falei e ela ouviu. Não te esqueças de mim. Se respondeu não percebi. Dei-lhe o meu poema. Recebeu. E, engraçado, agradeceu. Já via a conversa no fim, mas mesmo assim ainda lhe pedi para não se esquecer de mim. Pareceu-me dizer que sim!
Bolas, consegui!
Vou esperar. Vou continuar a perambular por aí, a aguardar pelo que lhe pedi.
E o poema que lhe escrevi. Por certo já o leu. Será que percebeu o trabalho que me deu pôr
as palavras tão certinhas, a rimar?
Eu digo sim!
Vou esperar, vou ficar por aqui à espera da resposta dela?
Por aqui à espera? não!
Não vou esperar mais, vou lá. Vou ao jardim, ao canteiro, vou onde for preciso. Mas vou!
Lá está ela, que bela, que flor, é essa aí, a tulipa.
Desde à vários anos a minha flor, sem eu saber a minha flor, que será até um dia.
Qual dia?
Até ao último dia, mesmo mesmo o último de todos.
O quê?
Recebi sim, recebi. Está aqui, mas é só para mim, isso mesmo, só para mim!
Minha tulipa, Minha flor!



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anturio



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MensagemAssunto: Re: Trabalhos apresentados no concurso "UMA HISTÓRIA VERDADEIRA QUE TIVE CON UMA PLANTA"   Qua Dez 21, 2011 7:06 pm


Trabalho nº 5


ARRANHÕES COM AMOR

Sempre gostei deles! Podem chamar-me o que quiserem, mas eu sempre gostei deles. Grandes. médios, pequenos, pequeninos... mas sempre gostei deles!
Têm picos, uns mais que outros, por vezes parecem incomodativos a quem descuidadamente passa a mão por perto, mas são os meus preferidos.
A minha coleção não é grande, não senhor, comparada com colecionadores que conheço, mas é a coleção possível, para quem vive num apartamento...
Tenho-os pequeninos, verdes e com florzinhas laranja; tenho-os maiorzinhos com belos picos, grossos e brancos, assustadores; tenho-os médios com picos "de respeito", como que dizendo"não te aproximes"; não tenho grandes, nem muito grandes, por falta de espaço. Mas gosto de admirá-los, sempre que passo junto a um jardim e os vejo a espreitar para a rua. Se levo a máquina, é certo e sabido que paro e tiro uma fotografia. Claro que ele merece, é um dos meus amores, mesmo que só hoje eu o tenha visto!
E querem saber uma coisa? Vou dizer-vos em segredo: NUNCA fui arranhada por nenhum cato. Falo-lhes com carinho todos os dias. Sei que eles me ouvem. Sei que eles me entendem. Sei que eles são meus amigos. Sei que eles entendem o meu amor. Sei que as plantas têm sentimentos! Sei que é difícil para o ser humano compreender os sentimentos das plantas, mas sei que elas têm sentimentos, embora de forma diferente de nós, humanos.
E quando recebo alguém em minha casa, que me diz não entender como gosto de ter "aquelas coisas" , que me posso picar, se ainda não aconteceu, vai acontecer um dia, etc, etc, etc... Então eu, baixinho, muito baixinho, digo aos meus amores: "PIQUEM OS DEDOS DELE, AGORA!"

(Nota: Esta história foi escrita em português atual)
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MensagemAssunto: Re: Trabalhos apresentados no concurso "UMA HISTÓRIA VERDADEIRA QUE TIVE CON UMA PLANTA"   

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